Sentado sob uma cascata,
o anjo vislumbrava o pulso
da sincronia da vida;
Um véu de água
protegia seus pensamentos;
Assim, o Ser permanecia neutro,
apenas a observar
os elos das circunstâncias;
Sabe que tudo
depende de si,
e embora "bem" e "mal"
sejam apenas formas de ver,
utiliza a criatividade
sem interferir no meio,
apenas para sugerir,
um novo "olhar a vida".
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Essência
Enquanto o planeta gira sobre si mesmo,
milhões de células giram com seus ciclos
sob suas próprias experiências.
De tão natural que se tornam os ciclos da vida,
ficam tão imperceptíveis quanto aos milhões de voltas
que o planeta dá sobre si
e em torno de sua fonte de luz e vida.
Também nossa galáxia gira em torno do cosmos.
Portanto, no todo, tanto cada ciclo das células, ...dos humanos,
quanto do macrocosmos
possuem a mesma essência.
E a vida nos propõe desvelar a essência do Todo.
milhões de células giram com seus ciclos
sob suas próprias experiências.
De tão natural que se tornam os ciclos da vida,
ficam tão imperceptíveis quanto aos milhões de voltas
que o planeta dá sobre si
e em torno de sua fonte de luz e vida.
Também nossa galáxia gira em torno do cosmos.
Portanto, no todo, tanto cada ciclo das células, ...dos humanos,
quanto do macrocosmos
possuem a mesma essência.
E a vida nos propõe desvelar a essência do Todo.
The Child in Us (A criança dentro de nós!)
Quem é da face risonha, concedente de todo destino;
De quem as mãos estão prontas a salvar qualquer um do medo;
Quem é adornada por vários ornamentos com pedras preciosas..
Para nós uma criança nasceu,
Para nós um filho foi dado:E o governo será sobre seus ombros...
-Um dia você veio;
E eu soube que você era ela;
...Você era a chuva, você era o sol;
Mas eu precisei de ambos, pois precisei de você;
"-Você era aquele que eu estive sonhando em toda minha vida;
Quando está escuro você é minha luz;"
-Mas não se esqueça;
Quem é sempre nosso guia:
a criança dentro de nós!
Debate por um alojamento
Em alguns templos Zen japoneses, existe uma antiga tradição: se um monge errante conseguir vencer um dos monges residentes num debate sobre budismo, poderá pernoitar no Templo. Caso contrário, terá de ir embora.
Havia um Templo assim no norte do Japão dirigido por dois irmãos.
O mais velho era muito culto
e o mais novo, pelo contrário, era tolo e tinha apenas um olho.
Uma noite, um monge errante foi pedir alojamento a eles.
O imão mais velho estava muito cansado,
pois havia estudado por muitas horas;
assim, pediu ao mais novo que fosse debater:
"Solicite que o diálogo aconteça em silêncio", disse o mais velho.
Pouco depois, o viajante voltou e disse ao irmão mais velho:
"Que homem maravilhoso é seu irmão.
Venceu brilhantemente o debate.
Assim, devo ir-me embora. Boa noite."
"Antes de partir", disse o ancião,
"por favor, conte-me como foi o diálogo."
"Bem", disse o viajante,
"primeiramente, ergui um dedo simbolizando Buda.
Seu irmão levantou dois dedos
simbolizando Buda e seus ensinamentos.
e o mais novo, pelo contrário, era tolo e tinha apenas um olho.
Uma noite, um monge errante foi pedir alojamento a eles.
O imão mais velho estava muito cansado,
pois havia estudado por muitas horas;
assim, pediu ao mais novo que fosse debater:
"Solicite que o diálogo aconteça em silêncio", disse o mais velho.
Pouco depois, o viajante voltou e disse ao irmão mais velho:
"Que homem maravilhoso é seu irmão.
Venceu brilhantemente o debate.
Assim, devo ir-me embora. Boa noite."
"Antes de partir", disse o ancião,
"por favor, conte-me como foi o diálogo."
"Bem", disse o viajante,
"primeiramente, ergui um dedo simbolizando Buda.
Seu irmão levantou dois dedos
simbolizando Buda e seus ensinamentos.
Então ergui três dedos
para representar Buda, seus ensinamentos e seus discípulos.
Daí, seu inteligente irmão sacudiu o punho cerrado na minha frente,
indicando que todos os três vêm de uma única realização."
para representar Buda, seus ensinamentos e seus discípulos.
Daí, seu inteligente irmão sacudiu o punho cerrado na minha frente,
indicando que todos os três vêm de uma única realização."
Com isso, o viajante se foi.
Pouco depois, veio o irmão mais novo,
parecendo muito aborrecido.
"Soube que você venceu o debate", falou o mais velho.
"Que nada", disse o mais novo,
"esse viajante é um homem muito rude."
"É?", disse o mais velho,
"Conte-me qual foi o tema do debate."
parecendo muito aborrecido.
"Soube que você venceu o debate", falou o mais velho.
"Que nada", disse o mais novo,
"esse viajante é um homem muito rude."
"É?", disse o mais velho,
"Conte-me qual foi o tema do debate."
"Ora!", exclamou o mais novo,
"no momento em que ele me viu, levantou um dedo insultando-me,
indicando que tenho apenas um olho.
Mas por ser ele um estranho, achei que deveria ser polido.
Ergui dois dedos, felicitando-o por ter dois olhos.
Nisto, o miserável mal-educado levantou três dedos,
para mostrar que nós dois juntos tínhamos três olhos.
Então, fiquei louco e ameacei lhe dar um soco no nariz -
assim ele se foi."
"no momento em que ele me viu, levantou um dedo insultando-me,
indicando que tenho apenas um olho.
Mas por ser ele um estranho, achei que deveria ser polido.
Ergui dois dedos, felicitando-o por ter dois olhos.
Nisto, o miserável mal-educado levantou três dedos,
para mostrar que nós dois juntos tínhamos três olhos.
Então, fiquei louco e ameacei lhe dar um soco no nariz -
assim ele se foi."
O irmão mais velho riu...
(livro: Nem água, nem lua - Osho)
(livro: Nem água, nem lua - Osho)
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
A alma e a semente
A alma humana, está para a casca,
enquanto o espírito, se afina com a semente.
O tempo cuida que, descascada,
desprovida de seu sumo, num trabalho,
que está, assim como, o polir da pedra,
aos poucos, surja a semente.
Quando bruta, a pedra não dá acerto,
a fruta não tem gosto,
a mente condiciona ao erro.
Polida, há acerto,
e no prumo, a parede reta,
reflete os erros da obra bruta.
Na semente há esperança.
No espírito iluminado, ...em seu prumo,
perdoam-se os erros da mente.
(Foto:Monte Fugi/ SubraManiam KV)
enquanto o espírito, se afina com a semente.
O tempo cuida que, descascada,
desprovida de seu sumo, num trabalho,
que está, assim como, o polir da pedra,
aos poucos, surja a semente.
Quando bruta, a pedra não dá acerto,
a fruta não tem gosto,
a mente condiciona ao erro.
Polida, há acerto,
e no prumo, a parede reta,
reflete os erros da obra bruta.
Na semente há esperança.
No espírito iluminado, ...em seu prumo,
perdoam-se os erros da mente.
(Foto:Monte Fugi/ SubraManiam KV)
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